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Saiba o que é e como prevenir a Síndrome da
Visão do Computador (CSV)
(por Jorge Yasunori Oda, Responsável
pelo Dep. Técnico da Segment Sistem)
Passa mais de duas horas por dia
diante da tela de um computador?
Durante esse período sente seus olhos arderem?
Sente seus olhos irritados?
Percebe que eles ficam vermelhos?
Então, provavelmente você
tem a SINDROME DA VISÃO DO USUÁRIO DE COMPUTADOR, ou Computer Vision Syndrome.
Saiba um pouco mais sobre ela e como preveni-la:
Biologicamente falando, os olhos da espécie humana
foram criados para a busca de alimentos e de prescrutamento da presença de
inimigos. Hoje os órgãos da visão são utilizados para outras finalidades,
forçando-os com a visualização continuada em trabalhos no campo de perto e, na
maioria das vezes, com luz artificial e não adequada, levando inevitavelmente ao
“stress”.
As pessoas que, por razões profissionais ou de
entretenimento, passam horas seguidas diante de telas de monitores de vídeo,
sentem cansaço visual. Isto pode ser decorrente de fatores outros, não ligados
diretamente aos efeitos da luminescência dos mesmos, tais como os portadores de
miopia, hipermetropia, combinadas ou não com astigmatismo e/ou presbiopia, casos
em que o médico oftalmologista* deve ser procurado.
De modo geral o cansaço está sempre relacionado ao uso
demasiado ou inadequado da musculatura responsável por um determinado movimento
ou exercício. No caso presente temos a musculatura responsável pelos movimentos
do globo ocular, outras para abrir e fechar os olhos e outras para regular a
entrada da luz que atingirá a retina, sendo esta última, a musculatura mais
solicitada, conseqüência de uma série de razões que no decorrer deste artigo
serão apresentadas.
É retina é constituída por células receptoras, entre elas os
bastonetes, responsáveis pela visão quantitativa (impressão de claro e escuro) e
os cones, responsáveis pela visão qualitativa (qualidades morfológicas,
dimensionais e cromáticas das imagens recolhidas).
Os cones são células fotossensíveis dotadas de pigmentos
absorvedores das radiações eletromagnéticas de comprimento de onda,
correspondentes à cor vermelha, outros à cor azul, e outros à cor verde que,
combinadas em proporções determinadas, formam todas as cores do espectro
luminoso, inclusive a cor branca.
Baseado na magnífica engenharia da natureza para identificar
todas as cores do espectro luminoso utilizando somente três cores primarias, o
homem conseguiu inventar a televisão colorida ou, generalizando, os tubos de
raios catódicos, conhecidos como monitores de vídeo coloridos.
Foi baseado um sistema de cores baseado nas três cores
primarias que quanto misturadas na proporção de 59% de verde, 30% de vermelho e
11% de azul, produzem o branco padrão, o qual é tomado como referência. Estas
relações derivam da sensibilidade do olho humano frente a cada uma destas cores
primárias.
Entendendo este funcionamento, pro analogia, compreende-se o
olho humano, pois ele serviu de base para estes estudos.
Para simplificar o entendimento, ao invés de falar em
percentuais de cores, diremos que para formar o branco necessitamos de uma
unidade de verde, uma unidade de vermelho e uma unidade de azul.
Se projetarmos numa tela uma unidade de vermelho, a cor
resultante será turquesa; unidades iguais de verde e azul produzirão amarelo;
unidades iguais de vermelho e azul produzirão magenta. Assim podemos obter uma
infinidade de cores, bastando para isso, equilibrar a igualdade das unidades das
três cores básicas.
Pesquisas cientificas comprovaram que para a visão normal, o
senso cromático tem a sua maior luminosidade no espectro da luz amarela. Isto
significa dizer que a radiação eletromagnética correspondente a esta cor é a
principal responsável pelo trabalho muscular do esfíncter iriano, regulador do
diâmetro da pupila, determinando assim a quantidade de luz que deverá
impressionar a retina.
Isto não significa dizer que necessariamente haja alguma
figura colorida na tela com a cor amarela, mas sim que o componente amarelo de
qualquer cor (especialmente a cor branca) esteja presente, como por exemplo, a
claridade da tela do monitor, bem como a iluminação artificial do ambiente de
trabalho, conjugada com a claridade da luz natural entrando por uma janela e o
seu reflexo numa folha de papel, caso se esteja copiando algum texto.
Se forem examinadas todas essas fontes de luz, observa-se que
a intensidade luminosa é bastante variada, obrigando a musculatura responsável
pela regulação da quantidade de luz que atingira a retina a ter um trabalho
intenso fora da normalidade, pois a cada mudança do olhar a pupila terá uma
abertura maior ou menor, de acordo com a claridade do objeto visualizado,
acarretando assim um cansaço visual.
Os efeitos desse cansaço variam conforme a pessoa, com as de
olhos muito claros, é comum ficarem avermelhados, devido a necessidade de maior
irrigação sangüínea para suprir o excesso de trabalho muscular.
Diante disso, se conclui que o cansaço visual está
diretamente ligado às variações de luminosidade dos objetos visualizados,
oriunda de uma luz branca, que por sua vez é a reunião de todas as cores do
espectro luminoso. Saber que a luz amarela é a que mais impressiona o olho
humano, diminuir sua intensidade terá como efeito minimizar os movimentos do
abrir e fechar da pupila, poupando assim a musculatura responsável por este
movimento e, por conseguinte diminuir o cansaço visual.
Vídeo Filter**
reduz esse cansaço visual.
De todo espectro de radiação que nos atingem, inclusive as
radiações residuais do ultravioleta, existe uma pequena faixa que tem a
propriedade de excitar a sensação visual e que, por isso, é chamada de “espectro
visível”. Compreende comprimentos de onda que variam de 400 a 760 nanômetros (nm).
Conforme o comprimento, as radiações geram cores do violeta ao vermelho,
passando por toda a gama do arco-íris.
O excesso de informação de cores é um dos fatores da
ASTENOPIA (dor nos olhos, cansaço visual, sonolência).
Existem duas fontes de luz: as indiretas e as diretas. Na
primeira, chamada refletida, como por exemplo em um papel, onde uma imagem
impressa que é observada, as cores que não são absorvidas pelo papel, são as que
conseguimos enxergar.
Na segunda, são geradas pela TV ou monitor, portanto, ver uma
imagem na tela, no monitor, é diferente de ver uma imagem no papel. Se você
apaga as luzes, não Vera mais a imagem no papel, pois não existe mais a luz a
ser refletida, mas continuará vendo a imagem do objeto no computador, pois seu
monitor emite luz direta (fonte geradora que incide diretamente no olho
humano).
Portanto, quando vemos uma luz refletida, podemos supor que
temos um filtro natural, dependendo unicamente da intensidade de luz direcionada
para o papel. O monitor, portanto, é um emissor de luz direta. Quando você
combina os 256 possíveis valores de vermelho, 256 valores de verde e 256 valores
de azul, que pertencem as cores primárias da luz, o número total de cores
possíveis é de, aproximadamente, 16,7 milhões de cores.
E se o usuário de computador ficar muitas horas na frente do
monitor, com certeza ele vai queixar-se de problemas visuais, que nem sempre a
causa seria uma ametropia.
Mas quando passar a usar regularmente as LENTES AZULADAS do
Vídeo Filter, poderá reduzir o cansaço visual, a sonolência e aquela dor
de cabeça provocada por longos períodos em frente a um computador, vídeo game ou
televisor. Mas lembre-se: lentes muito claras não funcionam e lentes muito
escuras inibem cores claras e acentuam cores fortes, como foi dito, a ASTENOPIA
é provocada pelas cores fortes das luzes diretas.
Trabalhar no computador
prejudica a visão?
Resposta: Não.
Trabalhar, jogar ou navegar pela Internet não prejudica os olhos. O que pode
ocorrer é um cansaço visual depois de varias horas de uso, sendo aconselhável um
intervalo a cada duas horas de trabalho quando sentir necessidades.
A tela do meu computador
possui uma proteção. Isso é necessário?
Resposta: Não,
mas o Departamento Técnico da Segment Sistem desenvolveu uma lente
preventiva, comercialmente conhecida como Vídeo Filter, que tem por
característica diminuir a intensidade do espectro visível que atinge a retina,
numa quantidade de aproximadamente 30%, o suficiente para não prejudicar os
profissionais que trabalham com cores, como por exemplo os da computação
gráfica, arquitetos, engenheiros e outros. O tratamento Vídeo Filter pode
ser aplicado em lentes orgânicas, com ou sem dioptria (grau), sendo as suas
características técnicas a cor azulada e 100% de proteção UV 400nm.
Algumas óticas, por desconhecimento, aviam receias com lentes
de resina coloridas em tonalidades claras, ou em lentes fotocromáticas, que são
inócuas para a finalidade de diminuir o cansaço visual; outras aviam em lentes
com tratamento ANTI-REFLEXO, que por suas propriedades de aumentar transmitância
das lentes, agravam os problemas ao invés de resolvê-los***.¢
Notas:
* Além do oftalmologista, o
optometrista é o profissional
capacitado para
fazer os exames de refração e receitar lentes corretivas. Para qualquer outro
exame, para receitar medicamentos ou para cirurgias, apenas o médico
oftalmologista está capacitado.
** Vídeo Filter é marca comercial de Segment Sistem.
*** Se a lente já oferece um filtro tal qual Vídeo Filter, o anti-reflexo
pode ser aplicado sem prejuízo a proteção oferecida.
Saiba mais sobre as lentes
Vídeo Filter
no site da Segment Sistem!
www.segment.com.br